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Para combater enjoos na gestação

Comer torradas é uma das sugestões

evitar enjoo  Durante a gravidez, o organismo da mulher passa por uma série de transformações capazes de desencadear as desagradáveis náuseas. Há desde as alterações hormonais, que mexem com estruturas cerebrais responsáveis pelo mal-estar, até mudanças físicas. “Como o útero está próximo ao aparelho digestivo, conforme ele aumenta de tamanho, pode ocorrer uma espécie de compressão do estômago e do intestino”, explica o médico nutrólogo Fernando Bahdur Chueire, da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Esse mecanismo colabora para acentuar os enjoos que surgem logo nos primeiros meses.

Entretanto, algumas atitudes são extremamente eficazes para dar um basta ao desconforto. A primeira dica é procurar manter a calma porque, quanto maiores a ansiedade e a tensão, maior a propensão para piorar o quadro. Também é importante não exagerar nas garfadas para não ficar com a sensação de barriga cheia. “Outra sugestão é que a gestante não se deite depois das refeições. O melhor é caminhar um pouco ou permanecer sentada”, ensina o médico. “Reduzir ingredientes gordurosos é outra medida que facilita a digestão”, assinala. Claro que não é para excluir totalmente a gordura, mas priorizar as benéficas, que são encontradas em peixes como o salmão e o atum, além do azeite e das castanhas.

A nutricionista Lara Natacci Cunha, da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo e autora do livro Dietbook Gestante, sugere fracionar a alimentação ao longo do dia. “O ideal é fazer pequenas e frequentes refeições”, comenta. Jamais passar muito tempo em jejum. Outra dica da expert para as futuras mamães é consumir fontes de carboidrato de fácil digestão, caso das massas simples, das batatas e dos biscoitos do tipo cracker. “Pela manhã, antes de sair da cama, coma uma torrada para dar início ao processo digestivo”, diz.

Esses macetes funcionam para a maioria das mulheres. Mas, se você não percebe nenhuma melhora e se tais sintomas andam incomodando a ponto de interferir com suas atividades cotidianas, é fundamental conversar com o obstetra que acompanha o pré-natal. O médico vai avaliar a necessidade de algumas medidas, caso do uso de medicações e até mesmo de internação. “Se a paciente vomitar mais de duas vezes por dia, há o risco de desidratação e outros problemas”, afirma Chueire.
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