Ilustração NIK
Bastam 15 minutos de sol para garantir a dose recomendável do nutriente que fortalece os ossos e é fundamental na adolescência. Entretanto, um trabalho da Universidade de São Paulo em parceria com a Universidade Federal de São Paulo alerta: as taxas de vitamina D estão aquém do desejável entre os jovens.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram as taxas da substância em um grupo de 136 estudantes paulistas, com idade entre 12 e 18 anos, e notaram que 62% dos avaliados apresentaram níveis baixos da vitamina, uma incidência alta para um país ensolarado como o nosso.
A suspeita dos estudiosos é de que a moçada passe a maior parte do tempo em casa, muitas vezes em frente à TV e ao computador, e por essa razão os banhos de sol sejam escassos. Essa péssima constatação denuncia outro problema: o sedentarismo.
A sugestão dos especialistas é a de que os adolescentes pratiquem esportes ao ar livre e saiam para passear em parques e outros locais abertos, já que os raios solares são a melhor forma de adquirir o nutriente. Outra dica é incentivar o consumo de alimentos que ofereçam a vitamina, caso de itens que aparecem à mesa no café da manhã, ou seja, do leite e de seus derivados - aliás, se depender de cientistas americanos, logo, logo o pãozinho também estará entre os melhores fornecedores (clique aqui e saiba o porquê).
Além de zelar pela saúde óssea, existem estudos mostrando que a vitamina D ajuda a combater a obesidade e afasta até alguns tipos de câncer, por isso mesmo é importante que não só os adolescentes mas também toda a família esteja atenta.